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Algumas curiosidades sobre perfumes

A perfumaria é uma arte invisível – visível apenas nos lindos frascos, que preservam criações de alquimia sempre especiais.

A palavra perfume (derivada do latim per, “por” e fumare, “através de fumo”) faz alusão ao fumo aromático que a madeira libertava quando era queimada.

O ritual de queimar madeiras aromáticas para agradar as divindades vem da Idade da Pedra.

A distinção entre “Eau de Cologne”, “Eau de Toilette” e “Eau de Parfum” é o percentagem de concentração de essências na sua composição, o que marca tanto a sua duração como a sua densidade.

Num EDC seria entre 2% e 4%, EDT 5%-15% e EDP 15%-20%.

Sabia que o uso de perfumes está mencionado em diferentes partes da Bíblia?

Uma amostra são a mirra e o incenso que os Reis Magos concederam ao bebé que nasceu em Belém, ou o óleo perfumado de nardo puro que derramaram na cabeça e nos pés de Jesus de Nazaré durante um jantar na casa do Simão.

Na pele do ser humano existem diferentes tipos de acidez, chamado o nível de pH.

A mínima variação destes níveis nas pessoas, é adequada para que os ingredientes de uma fragrância se liguem de forma diferente em cada pele.

Deste modo, um mesmo perfume pode ser projetado de forma diferente segundo quem o use.

Aquando da Idade Média, as Cruzadas trouxeram do Oriente as matérias-primas e as primeiras técnicas de perfumaria à Península Ibérica.

O sentido do olfato está associado com o sistema límbico (encarregado de regular as respostas fisiológicas frente a determinados estímulos), é por isso que há odores que nos trazem lembranças e emoções.

No Renascimento os perfumistas de todo o mundo instalam-se em Paris, transformando as luvas perfumadas no complemento de moda em França e noutros países europeus.

As peles secas fazem com que as fragrâncias aguentem menos tempo, à medida que nas peles oleosas os aromas durarão mais tempo.

Habitualmente, as peles brancas costumam ser mais secas que as morenas.

curiosidades sobre perfumes

Nas festas de palácio da corte de Luís XV, as pombas eram mergulhas em perfumes, sendo depois soltas para que distribuíssem aromas diferentes.

Naquela época a higiene corporal era escassa, por essa razão, apesar da elegância dos seus trajes, o luxo e a extravagância que reinava, camuflavam o mau odor usando até um perfume por dia.

Em conformidade com alguns estudos psicológicos recentes, as pessoas que usam perfume muitas vezes têm um melhor conceito de si próprias e são mais sociáveis que as que não usam ou apenas o fazem ocasionalmente.

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O perfume deve ser aplicado a mais ou menos 20 cm da área onde você quer aplicar para que o álcool evapore e os óleos essenciais permaneçam.

Não existe um ingrediente mágico que é adicionado ao perfume para que ele dure mais.

Efetivamente, o que determina a duração da fragrância é a combinação da quantidade da essência e do estilo olfativo do perfume.

Os cítricos leves, como exemplo, duram menos do que os amadeirados marcantes.

Perfumes frescos e leves, como os cítricos, florais frescos e lavandas, evaporam mais rapidamente, logo devem ser reaplicados ao longo do dia.

Voltar a aplicar o perfume faz parte do ritual de frescura, algumas borrifadas ao longo do dia vão fazer toda a diferença.

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